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Lider do Ministério de Dança - Evelin Estrada

29 de jun de 2010

Menos e Bom e Nada e melhor

Texto baseado e partes extraidas do livro ” A Visão de Deus” de Tommy Tenney.


Você já deu duro debaixo do sol quente para ver se conseguia uma vaga em algum time de seu esporte favorito? Você já suou a camisa para merecer ganhar em 1º lugar em uma competição de dança? Testes de seleção só podem produzir um de dois resultados: Você alcança o objetivo e entra para a equipe ou é eliminado por não ser “Bom o bastante”.

Mas para Deus é diferente. Os testes de seleção para Deus são radicalmente diferentes dos que são realizados em qualquer outro ministério do mundo. Pra começar, ninguém é “Bom o bastante”. Entramos para a equipe não pelo nosso potencial ou técnica, mas pela capacidade de nos humilharmos. Os lugares de maior honra vão para aqueles que vêem a Ele com corações quebrantados e famintos pela presença. Esta é a virtude do zero. O zero é o ponto de partida favorito de Deus. Custo dizer que aonde não tem mais esperança, aonde não há solução, é exatamente aí que Deus gosta de manifestar o seu poder. Muitas vezes, Deus espera que chegamos no zero para agir em nossas vidas. Foi Ele mesmo que disse ao apóstolo Paulo: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Co 12:9) Talvez você esteja pensando: Mas como chegar a estaca zero? A resposta é simples: Comece com nada.
O começar de novo é uma virtude do zero. Talvez seu ministério esteja fraco, sem motivação, sem visão. Volte às raízes e COMEÇE DE NOVO. Começar do zero é reconhecer que não somos nada e que tudo que fazemos vem dEle. Não podemos orar: “Venha o teu reino” a menos que estejamos dispostos a orar: “desapareça o meu”. A soberba é o que nos impede de alcançarmos o que Deus tem pra nossas vidas e, ou ministério. Atente bem para essas palavras: Orgulho e soberba. Se elas estiverem dentro do ser humano, o diabo não tem preocupação com ele, pois sabe que isso foi o motivo da queda dele (do diabo), e com certeza, será para todos os que deixarem isso entrar no coração. E essa tem sido a razão de ministérios estarem acabando, líderes sem motivação. Muitos têm se preocupados em aparecer e se exibir, como se a aparência pudesse transformar a vida de alguém. Quem tem que aparecer é Jesus e não nós, se é que Jesus está na sua vida de fato! Você não chegará ao zero enquanto você estiver ligado às essas duas palavras citadas à cima.
A vida de Gideão é um dos exemplos de como Deus gosta de agir quando chegamos no “zero”. Gideão foi um homem que Deus chamou para livrar o seu povo da opressão e sofrimento. Deus viu alguma coisa em Gideão que ele próprio não via. Ele via as circunstâncias com os olhos do homem, mas estava prestes a receber a capacidade de ver com os olhos Deus.
Gideão ainda não havia chegado à estaca zero, mas já podia “avistá-la” de onde estava. Ele disse: “Ah, Senhor… Como posso libertar Israel? Minha família é a menor e mais pobre da tribo de Manasses, e eu sou o menor da minha família.” (Jz 6:15). O interessante é que Gideão admitiu que por ele mesmo, nada podia fazer. O nada é muito mais significativo para Deus do que alguma coisa. Quando os inimigos de Israel se reuniram para a guerra, Gideão convocou um exército de 32 mil homens para a batalha. Para a sua surpresa, Deus lhe falou: “Você tem gente de mais, e por isso não posso deixar que vocês derrotem os midianitas…” (Jz 7:2). Deus disse a Gideão que mandasse para a casa todos que estivessem tímidos ou amedontrados. Para a sua tristeza 22 mil homens pegaram suas trouxas e partiram. Deus voltou a dizer: “Ainda há gente de mais”. Nunca se esqueça de uma coisa. Quando você diminui, Ele cresce. Finalmente, de 10 mil homens restaram apenas 300 soldados! Gideão teria de enfrentar um exército estimado em 135 mil homens. (Pra quem quer começar do zero, a desvantagem é perfeita). Mais uma vez, isso prova que o zero é o ponto de partida favorito de Deus. De 32 mil homens, apenas 300 foram escolhidos.
Gideão achou que seria impossível, mas o pouco é muito quando Deus está nele! De uma situação que indicava derrota, Deus trouxe a vitória. Deus espera de nós, ministros da palavra, dependência total dEle!

Não descarte aquilo que Deus está querendo usar mesmo que você pense que não tem valor algum. Dê a Deus toda a Glória quando Ele fizer algo sobrenatural em sua vida ou em seu ministério.

Fiquem na paz,

Lucas Fernandes

27 de jun de 2010

Me convém diminuir, Para que Cristo cresça

Davi dançava com toda as suas forças... Essa atitude podemos relacionar como?
  • Renúncia;
  • Entrega;
  • Paixão;
  • Intimidade;
  • Dedicação e esforço.
São alguns predicados que encontramos no Rei Davi, quando tocava sua harpa a presença de DEUS se manifestava sobre o lugar que estava, mas para isso acontecer Davi teve que anular-se de sua realeza, de seus títulos.

Só iremos alcançar a presença de DEUS, quando verdadeiramente nós deixarmos sermos guiados pelo ESPÍRITO SANTO de DEUS. O que tem sido sua motivação? O que tem dominado a sua vida? Será a sua carne ou o ESPÍRITO SANTO de DEUS?.

Em algumas referencias bíblicas nos diz como devemos viver para resplandecer a glória de DEUS em nós.

Em Efésio 4. 22-24
"Despi do velho homem. da velha natureza e vesti-se de nova natureza criada por DEUS".

Em I Pedro 2 . 11
"Portanto Cuidem das paixões carnais que estão sempre em guerra contra a alma".

Em I Pedro 4.1
"Porque aquele que sofre no corpo deixa de ser dominado pelo pecado"

Colossensses 2.13 = 20
Colossensses 3. 1 à 3

A atitude extravagante de Davi trouxe preconceitos, mais aquele povo foi marcado de forma especial.
A cruz é lugar de morte, quando colocamos a nossa vontade aos pés da cruz tudo se transforma. Somente lá onde o nosso caráter é tratado não existe outro caminho, tome a sua cruz e siga a JESUS CRISTO.

Fonte - http://ciasublimees.blogspot.com/

5 de jun de 2010

EXPRESSÃO AGAPE - Cha de mulheres/Carol e Mari - dia 29/05/10













Mensagem - LEIAM

Jó foi um personagem bíblico digno de honra, merecedor de condecoração. Sua riqueza era ampla: espiritual e material. Todas as vezes que leio o primeiro capítulo de Jó fico admirada diante da espiritualidade deste homem da terra de Uz.. Subitamente ele perde tudo o que possuía e neste momento aparecem seus amigos para acusá-lo e desmerecê-lo. Começam a afligi-lo com perguntas e questionamentos de cunho acusativo. O enfermo Jó se torna réu na corte de seus amigos juízes implacáveis e impiedosos.
Não respeitaram a sua dor, as suas perdas. Depois de perder tudo em um curto espaço de tempo, agora Jó precisava conviver com as críticas dos seus “supostos amigos”. Eles nada podiam fazer para melhorar a sua situação, mas não mediram esforços para piorar o seu estado.
Neste momento da história sou assaltada por um sentimento de revolta. Perturbação por aqueles que esperam a nossa fraqueza para expor os nossos pecados, e quando não descobrem nada, forjam comentários, inventam estórias, desenham ações que nunca aconteceram, palavras que nunca foram ditas. Conversas frívolas, fofocas peçonhentas. Despedaçaram alguém que já estava destruído pelas perdas. Pisaram em alguém que já estava consideravelmente machucado pelas enfermidades que carregava no seu corpo. Os amigos de Jó na verdade eram traiçoeiros, conheciam o método do abraço do tamanduá, do presente de grego. Não se alegravam com a bem-aventurada vida de Jó, na verdade, seu sucesso era interpretado como um fracasso para eles. O sonho de José foi um pesadelo para seus irmãos. O sonho dos virtuosos é o pesadelo dos invejosos. Uma máfia se formou na casa de Jacó, o plano mirabolante que “uniu os desunidos” era acabar com José. A política da inveja é assim, os invejosos se aliam para acabar com alguém em comum, depois do plano realizado, eles começam a guerrear entre si – é cobra engolindo cobra. É assim que acontece com os fofoqueiros de plantão que transformaram a roda dos esclarecedores cristãos em roda dos escarnecedores pagãos. Depois de falar de alguém, quando saem do ambiente pérfido que criam com o teor das conversas, um começa a maldizer o outro. Antes eram parceiros da calúnia, agora, são opositores no jogo desleal de maldizer e vituperar alguém. Na verdade, os amigos de Jó e os irmãos de José se merecem, entre eles existe amizade e irmandade (até que um desacordo os separe). Os amigos de Jó e os irmãos de José revelam o lado traiçoeiro que existe nas relações humanas. O que difere um grupo sórdido do outro é que os amigos de Jó esperaram uma oportunidade para atacá-lo, já, por sua vez, os irmãos de José criaram uma oportunidade. Jó e José, dois nomes semelhantes. Dois personagens íntegros. Ambos conviveram com a traição, com a calúnia, com a acusação injusta por parte das pessoas que menos esperavam. A semelhança de Daniel, Jó e José encontraram alguns sátrapas. Sátrapas mascarados de irmãos, que aparentavam ser amigos, quando na verdade não eram.
Queria ter a oportunidade de discursar para os amigos de Jó e os irmãos de José, mas não somos contemporâneos. (graças a Deus por isso!!). Então me contento em endereçar algumas palavras aos sátrapas modernos. Eles ainda existem. Estão por toda a parte. São como pragas na agricultura, gafanhotos na lavoura, cupins na madeira, vermes na podridão. Andam sempre em bando. Ainda hoje se vestem de amigos e de irmãos. Já se adaptaram a viver uma vida dupla, mascarada, sem caráter. Não sabem o que é ter brio na face, respeito na fala e amor no coração. São dominados pela inveja. Eles nunca chegam a lugar nenhum. Estão sempre parados. Contentam-se na mediocridade de retro-alimentar as calúnias que divulgam. O momento mais prazeroso para os caluniadores aves de rapina é quando se encontram em uma roda, em volta de uma mesa, ou em um semicírculo em uma esquina qualquer...